Os livros que estou lendo atualmente : Meninas normais vão ao Shopping/ Meninas iradas vão à Bolsa de Mara Luquet e Andrea Assef.
Estou gostando, aprendendo para investir uma "bobagem" na bolsa e começar a brincar de investidora.
E, comecei a ler também : Aprenda a operar no Mercado de Ações...
do Dr. Alexander Elder.
Preciso começar a estudar para as certificações, preciso passar em pelo menos duas. Vai que a reestruturação me alcança e eu danço.
Mas, aonde eu "compro" coragem para estudar ????
Vou ter que começar a estudar logo,logo!!!
domingo, 10 de junho de 2007
sábado, 9 de junho de 2007
Felicidade no trabalho...
Numa agência de publicidade de São Paulo, felicidade no trabalho é assunto sério.Quem trabalha lá conhece de cor e salteado o manifesto escrito por Julio Ribeiro, fundador e presidente da agência. Ele diz assim:
1) Assumir que tristeza não é parte obrigatória do ato de trabalhar. Ficar triste com o trabalho é como ir para o inferno todos os dias. O modelo ideal é trabalhar, rir e cantar.
2) É preciso ter consciência de que o ato de trabalhar não é a coisa mais importante que se pode fazer nesta empresa. Muito mais importante é pensar, é usar a inteligência no sentido de pensar soluções novas, produtivas e gratificantes.
3) Para pensar com produtividade, é preciso ter consciência da própria inteligência e da própria capacidade de realizar. "A agência só vai ser a maior do Brasil porque eu trabalho aqui." (diz o manual).
4) A capacidade de resolver problemas está diretamente ligada à capacidade de apaixonar-se por eles. Sem paixão, tudo o que se produz fica medíocre.
5) O afeto e a solidariedade geram alegria. Quem não gosta dos outros está sempre triste. Quem não é solidário produz pouco.
6) Afeto, prosperidade e alegria é a melhor proposta de trabalho que alguém pode fazer. Aproveite a folga pra pensar em como anda sua vida no trabalho... em casa (porque vale pra casa também). Esse recado pode te ajudar a mudar tudo!
Texto extraído do portal Você S.A. - abril de 2007 - www.globo.com/maisvoce
1) Assumir que tristeza não é parte obrigatória do ato de trabalhar. Ficar triste com o trabalho é como ir para o inferno todos os dias. O modelo ideal é trabalhar, rir e cantar.
2) É preciso ter consciência de que o ato de trabalhar não é a coisa mais importante que se pode fazer nesta empresa. Muito mais importante é pensar, é usar a inteligência no sentido de pensar soluções novas, produtivas e gratificantes.
3) Para pensar com produtividade, é preciso ter consciência da própria inteligência e da própria capacidade de realizar. "A agência só vai ser a maior do Brasil porque eu trabalho aqui." (diz o manual).
4) A capacidade de resolver problemas está diretamente ligada à capacidade de apaixonar-se por eles. Sem paixão, tudo o que se produz fica medíocre.
5) O afeto e a solidariedade geram alegria. Quem não gosta dos outros está sempre triste. Quem não é solidário produz pouco.
6) Afeto, prosperidade e alegria é a melhor proposta de trabalho que alguém pode fazer. Aproveite a folga pra pensar em como anda sua vida no trabalho... em casa (porque vale pra casa também). Esse recado pode te ajudar a mudar tudo!
Texto extraído do portal Você S.A. - abril de 2007 - www.globo.com/maisvoce
Quando tudo vai indo bem ...
Tudo ia indo bem, metas cumpridas, equipe unida, tudo certo ...
Até que vem uma Reestruturação e tira o nosso chão...perdemos o chefe, caímos de nível e td vira do avesso...
Agora vamos começar tudo de novo , mas será que vai dar certo ???
sei não ...
Vamos aguardar os próximos capítulos.
Até que vem uma Reestruturação e tira o nosso chão...perdemos o chefe, caímos de nível e td vira do avesso...
Agora vamos começar tudo de novo , mas será que vai dar certo ???
sei não ...
Vamos aguardar os próximos capítulos.
domingo, 8 de abril de 2007
Volta ao trabalho ...
As férias acabaram e foram muito bem aproveitadas...
Minha mãe está se recuperando, em breve estará OK para novas aventuras ...
"Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado.Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de bruxa. Já quis ser bailarina, engenheira, arquiteta, saxofonista e turista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés para fora.
Já passei trote por telefone, já tomei banho de chuva, já roubei beijo.
Já fiz confidências pro melhor amigo, já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de brigadeiro... Já chorei ouvindo música.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta. Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia.
Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já saí pra caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas.
Já corri para não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre...
Já deitei na grama de madrugada e vi a lua virar sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: - Qual sua experiência?
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: Experiência, experiência...
Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?
Não!!!
Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!"
Minha mãe está se recuperando, em breve estará OK para novas aventuras ...
"Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado.Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de bruxa. Já quis ser bailarina, engenheira, arquiteta, saxofonista e turista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés para fora.
Já passei trote por telefone, já tomei banho de chuva, já roubei beijo.
Já fiz confidências pro melhor amigo, já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de brigadeiro... Já chorei ouvindo música.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta. Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia.
Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já saí pra caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas.
Já corri para não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre...
Já deitei na grama de madrugada e vi a lua virar sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: - Qual sua experiência?
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: Experiência, experiência...
Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?
Não!!!
Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!"
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